quarta-feira, 25 de outubro de 2006

O mar


mar

presença ondulada do infinito retorno incessante

da paixão frigidíssima violenta indolência

sempre longínqua sempre ausente

catedral profunda que desmoronando-se permanece!


(António Ramos Rosa, Lisboa, 1990)

Um comentário:

Assim é, se lhe parece disse...

é mais ou menos isso... hehehe
Aquele texto sobre o Amor é excelente... A[mar]: uma explosão!

beijos